segunda-feira, 25 de agosto de 2008

Bactérias cometem suicídio para ajudar as companheiras.


Sacrificar-se pelo bem comum pode ser um conceito humano, mas essa forma extrema de altruísmo também existe em bactérias: algumas delas se matam para facilitar a infecção pelo resto da colônia. Cientistas no Canadá e na Suíça explicaram agora como isso é possível.

O fenômeno biológico é conhecido como "cooperação autodestrutiva". Para que esse comportamento esteja codificado nos genes dos seres vivos é preciso que apenas uma parte dos portadores resolva se matar pelo bem dos outros. Os pesquisadores chamam o mecanismo capaz de mediar essa diferenciação entre duas populações de "barulho fenotípico".

O genótipo de um ser vivo é o seu conjunto de genes; já o seu fenótipo são suas características determinadas tanto pelo genótipo quanto pelo ambiente em que ele vive.

"Nós usamos expressão barulho fenotípico para nos referirmos à observação de que organismos geneticamente idênticos vivendo no mesmo ambiente às vezes mostram variações fortes nas suas propriedades biológicas", disse à Folha o chefe do estudo, Martin Ackermann, do Instituto de Biologia Integrativa, de Zurique, Suíça.

"Essa variação é presumivelmente uma conseqüência de processos celulares ao acaso que têm um papel em determinar a expressão dos traços biológicos", acrescentou o pesquisador suíço.

Se há um traço no genótipo dos seres vivos que a seleção natural, motor da evolução biológica, tenderia a fazer desaparecer é a predisposição ao suicídio. No entanto, há vários casos de seres vivos --mesmo mamíferos- que se sacrificam ou cooperam para o bem comum da colônia apesar de não reproduzirem.

GENES AUTODESTRUTIVOS

"Um dos pontos principais do nosso artigo é identificar as condições nas quais os genes para o auto-sacrifício voltado à produção do bem comum podem persistir e não serem eliminadas pela seleção natural", disse o pesquisador.

A equipe demonstrou experimentalmente o papel do "barulho fenotípico" em camundongos infectados com a bactéria Salmonella typhimurium.

A presença de outros micróbios no intestino do camundongo atrapalha a infecção pela bactéria. Para eliminar a concorrência, parte das bactérias ataca o tecido intestinal e causa uma inflamação -morrendo no processo.

"Para resumir, nós identificamos duas principais condições. Primeiro, há indivíduos que carregam esses genes, mas não expressam o comportamento autodestrutivo. E, em segundo lugar, esses indivíduos portadores do gene e que não expressam o comportamento precisam se beneficiar mais do bem comum do que indivíduos sem esses genes", disse.

sábado, 23 de agosto de 2008

Química: Fundamentos de Físico-química 02 (Prof. Toid)

Vídeo sem fins lucrativos, apenas educativos.
Proibida a comercialização.

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Química: Fundamentos de Físico-química 01 (Prof. Toid)

A massa molar é a massa em gramas de um mol de entidades elementares (átomos, moléculas, íons, eletrons, outras partículas, ou grupos específicos de tais partículas). Esta é representada pela letra "M" e expressa na unidade "g;mol"
Relação entre massas atômica/massa molecular e massa molar

Ex.: A Massa atômica da substância H2O = 18 u = M = 18 g;mol (massa de 1 mol de moléculas = 6,02 x 1023 moléculas).

FONTE: Wikipédia

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sábado, 16 de agosto de 2008

Biologia: Respiração Celular - Glicólise 02 (Prof. Toid)

Glicólise deriva do grego e quer dizer "quebra do açúcar". É a sequência metabólica de várias reações enzimáticas, na qual a glicose é oxidada produzindo duas moléculas de Ácido pirúvico, duas moléculas de ATP e dois equivalentes reduzidos de NAD+, que serão introduzidos na cadeia respiratória ou na fermentação.

Vídeo-aula com o Prof. Toid da Cidade de Maringá-PR.

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Biologia: Respiração Celular - Glicólise 01 (Prof. Toid)

Glicólise deriva do grego e quer dizer "quebra do açúcar". É a sequência metabólica de várias reações enzimáticas, na qual a glicose é oxidada produzindo duas moléculas de Ácido pirúvico, duas moléculas de ATP e dois equivalentes reduzidos de NAD+, que serão introduzidos na cadeia respiratória ou na fermentação.

Vídeo-aula com o Prof. Toid da Cidade de Maringá-PR.

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quinta-feira, 14 de agosto de 2008

Cientistas criam robô com neurônios de ratos.



Um robô que funciona com um verdadeiro cérebro vivo composto por neurônios de rato, capaz de "aprender" comportamentos, como evitar uma parede, foi criado na Universidade de Reading (Reino Unido) por um grupo de pesquisadores.

O cérebro biológico do robô, batizado Gordon, foi gerado a partir de neurônios extraídos de um rato. Os tecidos foram colocados numa solução, separados e depois colocados em uma espécie de leito com 60 eletrodos.

"Em 24 horas, as conexões se reforçaram, formando uma rede como num cérebro normal", explicou o responsável da equipe, Kevin Warwick. "Em uma semana ocorreram impulsos elétricos espontâneos e o que parecia ser uma atividade de cérebro comum."

"Utilizamos esta reação para vincular o cérebro ao robô com os eletrodos. Agora o cérebro controla o robô e ele aprende por repetição", disse o cientista.

Estas pesquisas podem facilitar o estudo dos tratamentos para lutar contra as doenças neurodegenerativas (como Alzheimer e Parkinson), permitindo seguir as reações dos neurônios.

Direita, esquerda

Segundo um pesquisador, para que aprenda alguns comandos, eles vão aumentar a voltagem sobre diferentes eletrodos utilizando produtos químicos para favorecer ou reduzir as transmissões entre neurônios.

"Se o robô está num lugar e queremos que vá para a direita, podemos enviar um estímulo elétrico para dar-lhe ordem."

O cientista calcula que existam entre 50 mil e 100 mil neurônios em atividades no cérebro de Gordon. Os ratos possuem no máximo um milhão de neurônios; os homens, 100 bilhões.

"Como no caso do ser humano, se o cérebro de Gordon não for estimulado com frequência, se atrofia. Pelo contrário, com estímulos, as conexões se reforçam e ele fica mais esperto", comentou Kevin Warwick.

segunda-feira, 11 de agosto de 2008

Correntes Marinhas (Prof. Toid)

As correntes marítimas são fluxos de água que ocorrem nos oceanos. Algumas correntes são perenes, ou seja, sempre estão fluindo para uma dada direção em um determinado ponto.
Elas se dividem em correntes frias e correntes quentes. As correntes frias se encontram, mais freqüentemente no hemisfério norte. As correntes quentes se encontram, mais freqüentemente no hemisfério sul.

domingo, 10 de agosto de 2008

Química: Número de Oxidação (Nox) 02 (Prof. Toid)

Estado de oxidação ou Número de Oxidação (Nox) indica o número de elétrons que um átomo ou íon perde ou ganha para adquirir estabilidade química. Quando o átomo ou o íon perde elétrons, seu nox aumenta, quando ganha elétrons, seu Nox diminui.
A soma dos Nox de todos os átomos de uma molécula é sempre igual a zero.
Substâncias simples apresentam NOX igual a 0;
Íons simples apresentam NOX igual a sua carga;
A soma dos NOX de um íon composto ou complexo é igual a sua carga.
Fonte: Wikipedia.

Víde-aula com o Prof. Toid da cidade de Maringá-PR sobre "Número de Oxidação.

Bons Estudos!
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Química: Número de Oxidação (Nox) 01 (Prof. Toid)

Estado de oxidação ou Número de Oxidação (Nox) indica o número de elétrons que um átomo ou íon perde ou ganha para adquirir estabilidade química. Quando o átomo ou o íon perde elétrons, seu nox aumenta, quando ganha elétrons, seu Nox diminui.
A soma dos Nox de todos os átomos de uma molécula é sempre igual a zero.
Substâncias simples apresentam NOX igual a 0;
Íons simples apresentam NOX igual a sua carga;
A soma dos NOX de um íon composto ou complexo é igual a sua carga.
Fonte: Wikipedia.

Víde-aula com o Prof. Toid da cidade de Maringá-PR sobre "Número de Oxidação.

Bons Estudos!
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sábado, 9 de agosto de 2008

Biologia: Taxonomia 02 (Prof. Toid)

Lineu foi um botânico, zoólogo e médico sueco, criador da nomenclatura binominal e da classificação científica, sendo considerado "pai da taxonomia moderna". A Taxonomia de Lineu é extensamente usada nas ciências biológicas.

Prof. Toid: "Educação em primeiro lugar"
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Biologia: Taxonomia 01 (Prof. Toid)

Vídeo-aula elaborada pelo Prof. Toid da cidade de Maringá-PR sobre "Taxonomia".
Lineu foi um botânico, zoólogo e médico sueco, criador da nomenclatura binominal e da classificação científica, sendo considerado "pai da taxonomia moderna". A Taxonomia de Lineu é extensamente usada nas ciências biológicas. Ela foi desenvolvida por Carolus Linnaeus (Conhecido normalmente como Carl von Linné, ou em português como Carlos Lineu) no Século XVIII durante a grande expansão da história natural. A taxonomia de Lineu classifica as coisas vivas em uma hierarquia, começando com os Reinos. Reinos são divididos em Filos. Filos são divididos em classes, então em ordens, famílias, géneros e espécies e, dentro de cada um em subdivisões. Grupos de organismos em qualquer uma destas classificações são chamados taxa (singular, taxon), ou phyla, ou grupos taxonômicos.

Prof. Toid: "Educação em primeiro lugar"
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